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Como aqui se aborda um tema inédito (desconhecemos outras referências sobre este assunto), e se expõem informações que podem «ferir a susceptibilidade» do leitor, parece-nos essencial proporcionar-lhe uma breve resenha do que tem sido o nosso trabalho. Esperamos que, desta forma, a abordagem aos conteúdos deste espaço ocorra sem sobressaltos.

Em 2003, Vitorino de Sousa começou a canalizar Kryon. Mas não tardou que, inesperadamente, se lhe apresentasse um canal/emissor que se identificou como Lúcifer. Durante meses (2004 e 2005) transmitiu, sempre em público, o que tinha a transmitir – que foi bastante -, ao ponto de a Editora Anjo Dourado (Lisboa) ter publicado um livro com essas informações. Em
Eu sou o Arcanjo Lúcifer, o desafio essencial era (e é!) o seguinte: cada ser humano tem que se libertar do «arquétipo do mal»! Trata-se de um convite muito difícil de aceitar – e mais difícil ainda de praticar – mas que continua a ser essencial para qualquer Aspirante à Ascensão. Sem esse trabalho, ninguém jamais chegará à recta final do Caminho. E porquê? Porque prestar vassalagem a essa «verruga genética» chamada «mal», conduz inevitavelmente à vingança, cujos efeitos já nem vale a pena referir. Ora, o primeiro passo do «caminho espiritual» é acabar, de vez, com todos os velhos conflitos (internos e externos) … e, obviamente, não encetar outros! Por isso, desde já lhe dizemos: se você julga estar adiantado na «via espiritual», mas ainda namorisca com certos conflitozinhos - consigo mesmo (silenciosos) e com outros (estridentes) -, o melhor é rever o seu posicionamento no pelotão da Corrida da Ascensão. Vejamos algumas frases do citado livro:
Eu sou Lúcifer e venho dizer-vos que o mal não existe!
Para que eu retorne à condição de Portador da Luz - que é o que o meu nome pode querer dizer - vocês têm de se transformar em Portadores da Luz!
A clarificação do meu nome é fundamental na vossa caminhada para a Ascensão, pois não chegarão lá enquanto julgarem que o mal existe!
Eu não sou quem tu pensas! Aquilo que tu pensas que eu sou é uma criação tua. Retira-me tu de dentro de ti e nunca mais serás «possuído».
Nessa altura, o autor – e muito outras pessoas, felizmente – já tinham deixado de associar este nome ao diabo e a outras invenções saídas do obscurantismo medieval, pelo que, para considerável surpresa do canal/receptor, ninguém se arrepiou nem saiu aos gritos da sala em busca de um exorcista experimentado. Antes pelo contrário; a vibração amorosa era indisfarçável.

Podem evocar o meu nome e a minha energia, que eu não vos aparecerei vestido de vermelho… com um tridente… com um rabinho pontiagudo… barbicha!

O tempo foi passando e, em 2007, Esmeralda Rios surgiu para compartilhar, todos os níveis da existência com Vitorino de Sousa. Não admira, pois, que desse reencontro tenha saído uma parceria que funciona às mil maravilhas, tal como acontece com o sino e seu badalo quando são oscilados. Pelo contrário, um sem o outro, um e outro apenas servem para mandar derreter! O primeiro fruto dessa colaboração, logo nesse mesmo ano, foi outro livro – TERRA – O Jardim de Lúcifer – onde «ele» nos explicou profusamente que, afinal, não era um arcanjo (no sentido cabalístico do termo), mas sim o próprio «Pai», criador deste universo em parceria com Yasmin, a «Mãe» (dos quais «saiu» o «Filho», Sananda). Se o trabalho com palavras associadas a conceitos altamente contaminados tinha começado com as canalizações do «arcanjo», desta vez a coisa dava um passo para diante em direcção às conotações negativas do «negro»! Se não veja como começa a primeira intervenção do «Pai»:
Eu sou Lúcifer. Eu sou o «Pai», a Luz da Luz. Eu sou o Príncipe Negro.

Quando, no ano seguinte, alguém não entendeu esta história do «negro», recebeu a seguinte resposta:
Há o «negro» 3D – aquilo que os humanos acham que é o negro e ao qual estão associadas noções normalmente negativas, e há o «negro» na dimensão máxima - aquilo que os seres humanos não podem saber o que é. Lúcifer é – na limitada linguagem humana- negro e dourado. Mas não é o «nosso» negro. Considerando o que trabalho que todos temos de fazer, isso não tem importância nenhuma. Lúcifer até podia ser roxo com bolinhas amarelas! Ia dar no mesmo! Ele também diz que é a Luz da Luz, Você sabe o que é a «Luz da Luz»? Nós não temos a menor ideia!
Entrou 2008 e logo começámos a receber informação que nos deixou de boca totalmente aberta… já que ela se foi abrindo, aos poucos, desde o início do processo (que, muito sucintamente, estamos a aqui a expor na esperança de que você, internauta, não parta para explorar outras paragens). Essa informação – que aguarda o momento oportuno de publicação – referia a «rendição» do Universo/Sombra – ou seja o fim do «jogo» -, informava sobre a sua «absorção» pela Grande Fonte (que está «acima» das tríades criadoras de Universos) e a sua posterior regeneração, assumindo outro «estatuto», agora complementar do Universo/Luz de Lúcifer/Yasmin/Sananda (LYS).
As duas Fontes/Trindades vão unir-se. Lúcifer, Yasmin e Sananda, do Universo/Luz, deixarão, progressivamente, de ser o que foram até agora. O mesmo vai acontecer aos elementos da Trindade do, até agora, chamado Universo/Sombra.
Tudo isto para quê? Para que a fusão desses dois Universos – desde sempre Complementares, sabemo-lo agora - pudesse ocorrer e dar lugar a outro Universo.
A expressão da antiga Trindade/Sombra caracteriza-se pela mais extrema compaixão e pela mais intensa sabedoria. A Grande Fonte deu-lhes a capacidade de transmutar toda a matéria e aliviar todas as dores, inclusive a dos seres humanos da Terra. O novo universo possui a cura para tudo o que existe fora do paradigma original. Ele é o antídoto para a reconversão.
É sobre tudo isto que se informa o visitante.

Esmeralda Rios e Vitorino de Sousa.
Novembro 2008